segunda-feira, 30 de abril de 2012
O significado do nome Yahushua
O SIGNIFICADO DO NOME יֵשׁוּעַ, YESHUA:
hebraico יֵשׁוּעַ - Yeshua termo hebraico gina-se da raiz YOD, SHIM e AIN (י שׁ ע). E ele tem muitas variantes, dependendo do caso, isto é, se do gênero feminino ou masculino, se singular ou plural, etc.
1) יֵשׁוּעַ - YESHU’A (masculino singular). Deriva-se do verbo SALVAR e significa SALVADOR.
2) יְשׁוּעָה - YESHU’AH (Substantivo feminino singular).
Significa SALVAÇÃO. (Sl. 118:15) – Lexicon – pgs. 354 e 358.
3) יֵשַׁע - YESHA’ – Significa literalmente SALVAÇÃO, mas pode se traduzir também por libertação, redenção, resgate, segurança, ajuda, etc.
4) יְשַׁעְיָהוּ - YESHA’YAHU ou יְשַׁעְיָה - YESHA’YAH – Nome do profeta Isaías.
יְשַׁעְיָהוּ - Yesha’yahu significa “Ele (O Eterno) é a salvação”.
יְשַׁעְיָה - Yesha’Yah significa “Salvação do Eterno.”
5) יְשׁוּעָ - YESHU’A – Significa também “Ele será um salvador, um socorro, um seguro, etc”. Lexicon – pg. 354.
6) יְהוֹשִׁיעַ - YEHOSHIY’A – Significa “Ele salvará”. (Futuro da 3ª pessoa masculino singular), da mesma raiz (ישׁע) - YOD, SHIM e AIN. Lexicon – pg. 300. (I Sa. 17:47; Sl. 116:6).
7) Já o termo יְהוֹשֻׁעַ, YEHOSHU’A é um pronome pessoal que muito embora seja uma contração do Nome do Eterno (YHWH) com o verbo salvar. E que apesar de significar “o Eterno é o seu auxílio, socorro, salvação”, segundo o Lexicon tem como raiz as letras HE, VAV e HE (הוֹה), cujo significado é o seguinte:
I- Existir, ser, derivar...
Daí, o Nome de D'us (YHWH) o grande Eu Sou. Vejam que o léxico desconhece o Verdadeiro Nome do Criador, ele apenas citou o pronome Eterno; mais todos sabemos que este não é o Nome do Verdadeiro Criador.
II- Desejo, pedido, vontade...Lexicon - pg. 300. Sendo que, o significado do nome Yehôshua é Ele salva; mais quem é Ele? Pode ser qualquer um, pode ser um Deus da mitologia grega ou um demônio, mais nunca o Altíssimo Criador Yahuh dos Exércitos, pois este é o seu Nome.
Este nome Yehôshua também não esta de conformidade, ou seja, não confere com o que disse um certo Anjo de Yahuh Ul para יוֹסֵף, Yosseph (José), esposo de מִרְיָם, Miryam (Maria), explicando o significado do nome de Yahushuah: “Porque YAHUH SALVARÁ o seu povo dos seus pecados”. Matityahuh (Mateus 1:21).
Assim sendo, o Nome que o Anjo do Eterno Yahuh Ul falou aos Pais do Menino Yahushuah, não foi Yeshua, Yehôshua, Yaohúshua, Yahshua, mais sim: YAHUSHUAH no hebraico arcaico e no hebraico moderno; que quer dizer: Yahuh Salvará todo o seu povo, não somente os de Yashorul (Isarael).
Na realidade יְשׁוּעָ - Yeshu'a é tanto o Salvador, como também יְהוֹשִׁיעַ (Yehoshiy'a - Ele salvará) ou יְהוֹשֻׁעַ (Yehoshu'a), a Salvação do Eterno para toda humanidade, todavia eu prefiro chamá-lo de יֵשׁוּעַ הַמָּשִׁיחַ, YAHUSHUAH HA-MASHIACH, o Salvador Ungido ou como queiram o Messias Salvador.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Jesus é o caminho, e a verdade e a vida!

Em Mt.8:18-22, lemos estas palavras de Jesus: Vendo uma grande multidão ao seu redor, Jesus deu ordem de passar para a outra margem do lago. Nisso, um escriba aproximou-se e disse: "Mestre, eu te seguirei aonde fores". Jesus lhe respondeu: "As raposas têm tocas e os pássaros do céu têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça". Um outro dos discípulos disse a Jesus: "Senhor, permite-me que primeiro eu vá enterrar meu pai". Mas Jesus lhe respondeu: "Segue-me, e deixa que os mortos enterrem os seus mortos".
Jesus conversa com um mestre da Lei que se dizia decidido a segui-lo. Jesus o desafia falando-lhe do desapego e da negação da carne de quem o segue. A sua riqueza é o próprio Senhor. E basta! O que o texto diz para mim, hoje? Diz-me que o caminho é claro, objetivo, único. Como está no evangelho de João, Deus é Espírito e por isso busca os que o adorem em espírito e em verdade, negando-se a si mesmos, isso significa negar as obras da carne, como está disposto na epístola de Paulo aos Gálatas no capítulo 5 e versos de 17 a 21. Irmãos em Cristo, precisamos entender que seguir a Jesus, que é o Caminho, a Verdade e a Vida, é a única forma de chegarmos ao Eterno de Israel, ao Altíssimo Elohim. Jesus nos ensina que as coisas que nos parecem a segurança neste mundo, na verdade não o são, pois somente poderemos ser seguros nEle, somente poderemos ser vida com Ele.
Seja luz do mundo e sal da terra e siga ao Messias, Jesus Cristo o nosso Salvador!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
A LEI DE DEUS!

Qual é princípio básico da lei de Deus? A Bíblia diz em Romanos 13:10 “O que ama ao seu próximo não lhe faz nenhum mal. Pois o amor é o cumprimento total da lei.”
A lei de Deus resume-se em amor. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Jesus ajuda-nos a clarificar a nossa relação com a lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 5:17-18 “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.”
A lei de Deus oferece direcção na vida, não justificação. A Bíblia diz em Gálatas 2:15-16 “Nós, judeus por natureza e não pecadores dentre os gentios, sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será justificada.”
É nosso dever obedecer a lei de Deus. A Bíblia diz em Eclesiastes 12:13 “Este é o fim do discurso; tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem.”
Qual é a relação entre a lei e o pecado? A Bíblia diz em 1 João 3:4 “Todo aquele que vive habitualmente no pecado também vive na rebeldia, pois o pecado é rebeldia.”
É necessário guardar todos os mandamentos? A Bíblia diz em Tiago 2:10-11 “Pois qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tem-se tornado culpado de todos. Porque o mesmo que disse: Não adulterarás, também disse: Não matarás. Ora, se não cometes adultério, mas és homicida, te hás tornado transgressor da lei.”
Podemos conhecer a Deus sem guardar os mandamentos? A Bíblia diz em 1 João 2:4-6 “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade; mas qualquer que guarda a sua palavra, nele realmente se tem aperfeiçoado o amor de Deus. E nisto sabemos que estamos nele; aquele que diz estar nele, também deve andar como ele andou.”
Qual é o propósito da lei? A Bíblia diz em Romanos 3:20 “Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado.”
Podemo-nos salvar observando a lei? A Bíblia diz em Romanos 3:27-31 “Onde está logo a jactância? Foi excluída. Por que lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei. É porventura Deus somente dos judeus? Não é também dos gentios? Também dos gentios, certamente, se é que Deus é um só, que pela fé há de justificar a circuncisão, e também por meio da fé a incircuncisão. Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei.”
quinta-feira, 21 de abril de 2011
O PRINCIPIO DE TUDO E A RELAÇÃO COM DUAS CONSTANTES MATEMÁTICAS UNIVERSAIS


Existem duas passagens bíblicas relacionadas ao principio de todas as coisas:
“NO PRINCIPIO CRIOU DEUS OS CÉUS E A TERRA” (Gênesis 1.1).
“NO PRINCIPIO ERA O VERBO, E O VERBO ESTAVA COM DEUS, E O VERBO ERA DEUS” (João 1.1).
Os dois textos possuem mais conexões do que possamos imaginar. Inicialmente, vejamos as relações teológicas.
- Gênesis 1 mostra o principio do Universo; João 1 revela o que havia antes do principio. De onde veio Jesus. Se alguém quer saber de onde veio o Universo, leia Gênesis. Se quer saber de onde veio Jesus, leia João.
- Os cinco primeiros versículos da Bíblia têm como tema a criação do Universo e o surgimento da luz. Agora observe o paralelo com as palavras dos cinco primeiros versículos de João.
“No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas. Disse Deus: haja luz. E houve luz. Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz dia, e às trevas noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.” (Gênesis 1.1-5)
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens; a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.” (João 1.1-5).
É claro que a luz citada em Gênesis não é a mesma de João. A primeira é a luz cósmica, que ilumina o Universo visível; a segunda é a luz espiritual que ilumina o coração do homem.
Se Gênesis começa com 7 dias, o Evangelho de João também.
Depois da introdução, o evangelista passa a falar de João Batista. Dos versículos 19 a 28, ele fala de um dia em que o pregador do deserto foi questionado pelos judeus sobre sua identidade profética. É O PRIMEIRO DIA.
SEGUNDO DIA – “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” (João 1.29).
TERCEIRO DIA – “No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos.” (João 1.35).
QUARTO DIA – “No dia seguinte Jesus resolveu partir para a Galiléia, e achando a Felipe disse-lhe: Segue-me.” (João 1.43).
Após citar quatro dias no capítulo 1.º, o escritor começa o capítulo 2, dizendo:
“Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, e estava ali a mãe de Jesus;” (João 2.1). 3 + 4 = 7. Ou seja, o casamento aconteceu no 7.º dia! Lembre-se que também houve um casamento no final dos 6 dias da Criação.
Será que o inicio do Evangelho joanino foi escrito de forma proposital para ser relacionado com Gênesis? Existem outros paralelos literários e teológicos entre Gênesis e João, mas agora precisamos voltar nossa atenção para o tema deste artigo.
Nos estudos em slides “O código Gênesis”, já mostramos as conexões matemáticas entre Gênesis 1.1 e João 1.1. O que vem a seguir é apenas um resumo, a fim de despertar a curiosidade daqueles que ainda não viram os slides.
DUAS CONSTANTES MATEMÁTICAS UNIVERSAIS.
Existem dois números (chamados irracionais) venerados pelos matemáticos: O número PI e o número e (também chamado número de Euler, em homenagem ao matemático suíço Leonard Euler), um dos primeiros a estudar as propriedades desse número. Mais detalhes, faça uma pesquisa básica no Google.
- O número PI, que é mais conhecido, é definido popularmente como “a razão entre a circunferência de um círculo e seu diâmetro. " O número PI será sempre o mesmo valor não importando o tamanho do círculo. A seguir, um pequeno exemplo das duas constantes citadas:
e = 2,718281828459045235360287471352662497757...
PI = 3,1415926535897932384626433832795...
Para se efetuar cálculos matemáticos não precisamos de tantos algarismos. Normalmente PI é apresentado como 3,1415 e o “número e” por 2,718.
Já sabemos que as letras hebraicas e gregas (com as quais foi escrita a Bíblia) possuíam valores numéricos. Quando convertermos os versículos de Gênesis 1.1 e João 1.1 em valores numéricos, encontramos muitas surpresas. Matemáticos cristãos da Inglaterra fizeram a seguinte descoberta:
A quantidade de letras de Gênesis 1.1 multiplicada pelo produto dos valores numéricos das letras DIVIDIDO pelo produto da quantidade de palavras multiplicada pelos valores das palavras traz uma grande surpresa. A fórmula é a seguinte:
Número de letras x produto das letras / Número de palavras x produto das palavras
Se aplicarmos essa fórmula aos valores numéricos de Gênesis 1.1,teremos o seguinte resultado:
1.º passo - Primeiro vamos calcular o produto das 28 letras:
2x200x1x300x10x400x2x200x1x1x30x5x10x40x1x400x5x300x40x10x40x6x1x400x
5x1x200x90 = 238.878.720.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000
2.º passo - Agora calculemos o produto das 7 palavras:
913 x 203 x 086 x 401 x 395 x 407 x 296 = 304.153.525.784.175.760
3.º passo – A quantidade de letras x o produto das letras, ou seja:
28 x 238.878.720.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 =
66.886.041.600.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000
4.º passo – A quantidade de palavras x o produto das palavras, ou seja:
7 x 304.153.525.784.175.760 = 2.129.074.680.489.230.320
5.º passo – O 1.º produto DIVIDIDO pelo segundo:
66.886.041.600.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 /
2.129.074.680.489.230.320
= 3,1415545078310997915941344730127...
Os cinco primeiros algarismos do PI: 3,1415
Isso é surpreendente, mas ainda existe a sensação de ser apenas coincidência. Vamos testar a mesma fórmula em João 1.1.
1.º passo - Primeiro vamos calcular o produto das 52 letras de João 1.1, no original grego:
5x50x1x100x600x18x8x50x70x30x70x3x70x200x20x1x10x70x30x70x3x70x200x8x 50x80x100x70x200x300x70x50x9x5x70x50x20x1x10x9x5x70x200x8x50x70x30x70x3x70x200 = 84362514562591108300800000
2.º passo - Agora calculemos o produto das 17 palavras:
55x719x58x70x373x31x70x373x58x450x420x134x31x284x58x70x373 =
9,4930224139983918429785786976e+35
3.º passo – A quantidade de letras x o produto das letras, ou seja:
52 x 84362514562591108300800000 = 4386850757254737631641600000
4.º passo – A quantidade de palavras x o produto das palavras, ou seja:
17 x 9,4930224139983918429785786976e+35
= 1,613813810379726613306358378592e+37
5.º passo – O 1.º produto DIVIDIDO pelo segundo:
4386850757254737631641600000 / 1,613813810379726613306358378592e+37
= 2,7183128121964217876899750648377e-10
Novamente um valor significativo, mostrando os quatro primeiros algarismos do número de Euler: 2,718.
Agora a sensação de ser apenas uma coincidência passou para a sensação de tudo ser um projeto elaborado.
Pense no que acabamos de comprovar: UMA ÚNICA FÓRMULA DE CÁLCULO nos dois versículos da Bíblia mais importantes sobre a origem do Universo geram os primeiros quatro algarismos das duas maiores constantes da Matemática.
Como isto é possível?
“Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com pesos e os outeiros em balanças?” (Isaías 40.12).
A verdadeira Páscoa


Na Páscoa, é comum a prática de pintar-se ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Antes, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.
A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e NÃO um coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada (claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade.
De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou novamente, o planeta Vênus). É uma Deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Sabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara. O coelho da Páscoa representa a periodicidade humana e lunar, a fertilidade e o renascimento da vida.
No Egito Antigo, a lebre era o símbolo da fertilidade e a reprodução constante da vida. Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos constantemente.
Para alguns povos também simboliza a lua, que determina o dia da Páscoa no antigo Egito. Na Europa, o coelho representa o renascimento da vida, pois, como já assinalamos, a Páscoa européia coincide com o início da primavera. É a época em que a neve derrete, a vida ressurge e os coelhos deixam suas tocas após a hibernação do inverno.A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. Até o começo do século o coelho não era conhecido como símbolo da Páscoa no Brasil, isto só aconteceu a partir de 1913 com a vinda dos imigrantes alemães, que introduziram o costume no Sul do País.
Podemos concluir que todos esses símbolos de origem pagã foram adatados pela Igreja para faciliitar a conversão dos povos de outras culturas, mas vale lembrar que para nós cristãos o verdadeiro símbolo da Páscoa é o cordeiro. O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo. Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.
João Batista disse: “Eis O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” Para nós cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: "morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida". É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Mito da caverna de Platão

Platão explicou muito claramente os seus pensamentos sobre a verdade e a realidade pelo célebre Mito da caverna, no 7.º livro da República (514 ss.).
Imagine uma caverna grande, úmida e escura. Nessa caverna vivem algumas milhares de pessoas. Essas pessoas desde que nasceram e vivem com correntes nos braços, pescoço e pés, sentadas em cadeiras enfileiradas de modo que na frente dessas pessoas há um imenso paredão liso, semelhante ao cinema moderno. Por trás das fileiras de cadeiras, há uma fogueira. Entre a fogueira e as cadeiras passam algumas pessoas com placas que imitam objetos e animais. Os sons dessas pessoas, objetos e animais ecoam pela caverna até chegar ao grande paredão e por fim chegar aos acorrentados. A luz que a fogueira emite, bate nessas pessoas, animais e objetos e nas demais pessoas acorrentadas fazendo surgir sombras no grande paredão. Essas pessoas acorrentadas vêem essas sombras como se fossem reais. Pois esse é o único mundo que conhecem. Mais acima da caverna, como se fosse os camarotes, vivem os chamados amos da caverna. São eles que controlam todo o esquema. No topo da caverna, existe uma pequena saída pelo qual o sol emite um pequeno feixe de luz que chega até o fundo da caverna, no paredão liso, próximo às pessoas acorrentadas. Porém, entre a fogueira e o topo da caverna há um imenso paredão bem íngreme, cheio de obstáculos, difícil de escalar. Do lado de fora da caverna existem árvores, rios, o sol... enfim, a natureza e alguns sábios. As sombras mais diferenciadas são eleitas pelos acorrentados para serem os líderes. Em diversas áreas. Enquanto as pessoas acorrentadas discutem entre si sobre o mundo em que vivem, os amos da caverna riem e caçoam deles. Uma das características desses amos é que eles não costumam aparecer. Não gostam de aparecer.
Só que uma dessas pessoas, que chamaremos de Sócrates, começa a se questionar sobre toda essa situação. Quanto mais se questiona mais ele vai percebendo que há algo de errado nele e no mundo em que vive. As outras pessoas acorrentadas mais próximas já começam a olhar diferente pra ele. Sócrates não liga e começa a se remexer na cadeira. Quanto mais se remexe na cadeira, mais ele sente que há algo de estranho com ele. Até que um dia percebe que está acorrentado. Se você, que está lendo este texto, está dormindo, acorda e vê que está acorrentado, qual a sua reação? Pois bem, Sócrates não é diferente, e quer se libertar das correntes. Depois de muita luta, consegue se livrar das correntes. Primeiramente de braços e pescoço. Livre das correntes do pescoço ele pode olhar para os lados e pra trás e vê, as pessoas acorrentadas e a fogueira. Passa a ter visão da caverna e perceber que esse mundo é uma ilusão. Depois, consegue se livrar das correntes dos pés. Analise bem: ele nasceu e cresceu nessa situação, nunca andou. Quando se levante e começa a andar tem extrema dificuldade. Já está desgastado pelo imenso esforço que teve pra se livrar das correntes. Mas consegue se adaptar e andar. Sócrates tenta alertar os outros acorrentados, inclusive os amigos, porém, sem sucesso. Pois esses acorrentados se julgam viver em um relativo "conforto" e tomam esse mundo como real. Quando vêem o estado de Sócrates, todo desgastado fisicamente e até psicologicamente, dizendo que o mundo em que vivem não é real, que vivem numa caverna úmida e escura, e etc... alguns acorrentados chegam até a chamá-lo de louco. Sócrates vê que não vai obter sucesso e vê um pequeno feixe de luz vindo do topo da caverna, ele decide ir em direção a essa luz. Mas para isso é preciso escalar um grande paredão íngreme, cheio de obstáculos. Na escalada, de vez em quando escorrega, cai, e volta a escalar. Depois de muita luta, ele chega ao topo da caverna, e consegue sair da caverna. Vê o sol pela primeira vez, e nesse momento quase fica cego, pois nunca havia visto tanta luz. Depois de um tempo, ele consegue se adaptar a luz do sol, mas ainda com a vista não muito boa. Ele vê a natureza, os sábios e etc. Conversa com alguns sábios e vê que este é o mundo real. Porém, bate um sentimento de misericórdia: e os amigos e todas as outras pessoas acorrentadas, vivendo nesta caverna achando que vivem num mundo real? Ele decide voltar. A descida foi tão difícil quanto à subida do paredão. Chegando nos amigos acorrentados, com a vista ruim, todo arrebentado, ele vai tentar liberta alguns acorrentados. Porém a recepção foi pior do que antes, quando ele tentou alerta-los antes de subir. Vê que alguns até são capazes de lutar ferozmente para proteger as correntes. Então, Sócrates chega a conclusão que o segredo é contar aos poucos, começando inicialmente a dizer que estão com os braços acorrentados, por exemplo. Observa também que existe algumas pessoas que começam a se questionar e tem uma certa disposição a ouvi-lo. Essas pessoas são os idealistas. Uma dessas pessoas solta os braços e o pescoço, e como esse está numa condição parecida com o amigo acorrentado ao lado, este amigo acorrentado vai está mais disposto á ouvi-lo. Outro que consegue perceber que está acorrentado e começa a se remexer da cadeira, conta pro amigo ao lado que aquele mundo é uma ilusão e é preciso acordar. Assim uns vão se soltando, ajudando os mais próximos e também, caminhando em direção ao feixe de luz. Criando assim uma corrente discipular de mestre e discípulos. O que se solta é o filósofo. A luz do sol é a verdade. O que desce para ajudar os outros acorrentados é o político. As sombras, o mundo da ilusão. A luz da fogueira, os nossos desejos. As correntes, a ignorância. Os amos são aqueles que controlam e mantém o mundo da ilusão tirando proveito da situação. Os acorrentados são a humanidade. O caminho de escalada até a luz do sol está cheio perigos: diversas crenças estranhas, ideologias confusas, materialismo e/ou misticismo em excesso, armadilhas etc. Esses são os obstáculos. A filosofia vem pra proteger esse idealista que está se remexendo da cadeira, mostrar atalhos seguros na escalada, até chegar ao topo da caverna e voltar.
Esse é um resumo do Mito da Caverna, o capítulo VII do livro A República, que é de autoria do filósofo grego Platão. Mesmo escrito no século IV a.C., continua atual. Aliais, existem várias obras que se referem a esse mito como o filme Matrix e o livro Alice no País das Maravilhas.Mas coo discípulos de Jesus, podemos ainda, através desta alusão de um um homem não crente, mas em busca da verdade da vida, que nós sabemos ser Jesus, entender a prisão que vivemos sem Jesus em nossos coração e o mundo (Egito) onde somos escravos das obras da carne (Gl.5:17-21). Ao conhecermos a Verdade (Jesus) seremos libertados, "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32). Este conto nos mostra as dificuldades de renunciarmos o mundo de escravidão e como precisamos partilhar a Graça recebida pelo sangue carmezim de Jesus, nosso Cristo!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Missões, comece pela Babilônia!

O que dizer de quatro jovens tementes a Deus, obedientes à Palavra, inteligentes, com boa aparência e bons serviços prestados para a família, para a Igreja e para a sociedade? De repente, porém, esses jovens são tirados do meio do seu povo e levados para um lugar onde tudo é diferente: a comida, os costumes, as roupas, a religião, a fé, o modo de pensar, os valores, a vida. Talvez você diga: “Que pena! Vou orar por eles, para que Deus mude essa situação”.
Mas, se você descobrisse que tudo o que aconteceu com eles é um grande e lindo propósito de Deus, que faria? Mudaria a sua oração? Saiba que foi exatamente isso que aconteceu com Daniel e seus três amigos: Hananias, Misael e Azarias. (Dn 1.3,6). Foram levados juntamente com milhares de cativos de Judá, para o exílio na Babilônia. Lá estavam eles: quatro jovens que atravessariam séculos na história, para, até hoje, serem mencionados como exemplo de fé e de obediência. Deus usou esses jovens para fazer diferença numa terra pagã, idólatra e contaminada pelo pecado. Eles enfrentaram uma sociedade mundana e pecaminosa. Esses jovens foram fortemente tentados a comer comida proibida pela palavra de Deus, mas, não se deixando vencer pelos olhos, evitaram o manjar que era sacrificado a ídolos.
Por essa atitude de obediência e fé, passaram por muitas provações: foram invejados, perseguidos, mas não perderam a postura de homens de Deus; tiveram os seus nomes mudados, mas não mudaram seus corações; foram lançados na fornalha aquecida sete vezes mais do que o normal, mas foram incrivelmente salvos pelo Senhor! Nenhum fio de seus cabelos foi danificado, pois tinham compromisso com Deus e com sua palavra.
É relativamente fácil ser crente em “Israel”, ou seja, dentro da igreja local, onde os irmãos têm a mesma fé. Porém, é na “Babilônia”, isto é, fora da cultura nativa, que provamos nosso compromisso com Deus. A fé é provada verdadeiramente diante das “estátuas de Nabucodonosor”, diante da “fornalha ardente”, diante do “manjar do rei” e “na cova dos leões”.
É nesse ambiente hostil ao evangelho que podemos provar se somos verdadeiros naquilo que pregamos. Praticar missões é, também, levar Cristo para aqueles que estão na “Babilônia espiritual”. Deus quer usar você lá: no seu ambiente de trabalho, no seu bairro, no meio de seus familiares descrentes.
Deus poderá até mudar você de lugar, ou, quem sabe, de país; o importante é ir. Se você se colocar à disposição do Senhor, poderá até ser lançado na “fornalha”, mas ela não queimará você; poderá até ser lançado na “cova”, mas os leões não ferirão você. Deus guarda a todos aqueles que fazem a sua vontade:
“Quando você passar pelo fogo, não se queimará; quando pelas águas, elas não o submergiram”, diz o Senhor.
Seja um missionário!
Você reparou na proporção? Quantos foram cativos para a Babilônia? Não foi a nação de Judá, as principais lideranças, os sábios? Mas de todo esse povo apenas quatro jovens não barganharam sua fé, não foram "flexiveis", não adaptaram sua "teologia" e idealogia, mas, deram maior valor a obediência, aos principios bíblicos, do que as suas proprias vidas, tanto que disseram: Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste. (Dn 3:17-18)
Onde eu e você estamos? Ao lado de qual grupo? Dos que dobraram seus joelhos diante da estátua do rei da Babilônia, para preservar a vida aqui na terra, ou do lado dos quatro jovens, fiéis e sem medo algum, pois tinham pleno conhecimento da vontadde soberana de Deus e confiavam em Sua fidelidade? Não importava para eles se Deus iria ou não salva-los, o que importava era manter-se obediente e não se dobrar diante das "novidades", das "aberrações", e "influências pagãs".
Ao invés de serem influenciados eles, influenciaram! Tanto é que o próprio rei glorificou o nome de Deus após o Senhor livrá-los do fogo da fornalha.
Falou Nabucodonosor e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar o seu corpo, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus. (Dn 3:28)
Lembre-se das palavras de Jesus: "Vós sereis minhas testemunhas" - Isso quer dizer literalmente: Mesmo que isto lhes traga a morte falem de meu evangelho!
***
Como o Senhor disse a Ezequiel, no cap.3, versículo 16 em diante, sejamos Atalaias de Israel, de Jesus, mostrando a todo irmão que está perdido no mundo que Jesus nos ama e que está de braços abertos para nos receber.
Fonte: Sou da Promessa comentário adicional PC@maral
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O Caminho da Salvação
Afinal, o que significa ser salvo? Tanto aqueles que já ouviram sobre a necessidade da salvação quanto aqueles que vêm acompanhando nosso texto provavelmente estão fazendo esta mesma pergunta.
Infelizmente, por problemas de tradução, os conceitos de "salvação" e "vida" acabaram se misturando. Se formos ser puristas, o correto não seria dizer "sou salvo" e sim "fui salvo, e agora vivo."
Existem duas palavras aramaicas que o texto grego traduz indiscriminadamente como "salvação". As duas palavras são "purkana" e "chaye". As idéias de cada uma delas são diferentes.
Purkana: A Separação
que significa", ..."Purkana" significa "livramento". O termo vem da raíz " cortar, ou separar-se. Esse termo aparece em Daniel 4:27, onde é dito:
"Portanto, ó rei, aceita o meu conselho, e põe fim [ou "corta", ou ainda "separa-te” deles] aos teus pecados, praticando a justiça, e às tuas iniqüidades, usando de misericórdia com os pobres, pois, talvez se prolongue a tua tranqüilidade."
" como "break off" (separa-te, no ...A versão King James, no inglês, traduz "sentido de arrancar.)
Este é o termo que aparece em passagens como:
"E nos levantou uma salvação [purkana] poderosa Na casa de David seu servo." (Lucas 1:69)
"Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção [purkana] que há no Mashiach Yeshua." (Ruhomayah/Romanos 3:24)
"Em quem temos a redenção [purkana] pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça." (Efessayah/Efésios 1:7)
"Tomai também o capacete da salvação [purkana], e a espada da Ruach, que é a Palavra de Elohim;" (Efessayah/Efésios 6:17)
Purkana significa "separação". Portanto, a primeira idéia associada com a salvação é uma idéia de "separação". Mas então, do que é que o Mashiach Yeshua nos separa?
Vejamos o que dizem as Escrituras:
"Porque a mulher casada, pela Torá, está ligada a seu marido enquanto ele viver; mas, se ele morrer, ela está livre do marido pela Torá." (Ruhomayah/Romanos 7:2)
A outorga da Torá sempre foi vista pelo Judaísmo como um ato de casamento entre o Eterno e o povo de Israel. O rabino Ephraim Nisenbaum assim explica:
"O Talmud descreve Shavuot, o dia que marca a outorga da Torá, como o dia de casamento entre o TodoPoderoso e o povo judeu. A nação de pé aos pés do monte Sinai representa o casal de pé sob a chupá..."
O casamento dentro da cultura israelita possuía um esposo, uma esposa, e um contrato de casamento entre ambos, denominado de ketubá. A Torá é como uma ketubá, um contrato de casamento, entre Elohim e o Seu povo.
O problema é que o livre arbítrio permitia que o homem desposasse ao Eterno, unindo-se a Ele pela obediência, ou desposasse o pecado e a morte, unindo-se a esse. Isto fica bem claro no texto de Devarim (Deuteronômio) 30, mencionado anteriormente. Não é difícil então entendermos do que é que Yeshua veio nos separar: Ele veio nos separar do pecado!
Chaye: A Vida
Uma vez que estamos separados do pecado, analisemos a outra palavra que o grego traduz como salvação, que representa exatamente a segunda parte da missão de Yeshua. O termo aramaico "chaye" aparece na esmagadora maioria das passagens em que "..que o grego traz o termo "salvação". Na realidade, "chaye" vem daríz " significa "viver". "Chaye" significa literalmente "vida", "estar vivo" ou "ter vida".
Algumas passagens onde o termo aparece:
"E toda a carne verá a salvação [chaye] de Elohim." (Lucas 3:6)
"Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação [chaye] vem dos judeus." (Yochanan/João 4:22)
"Porque o Senhor assim nolo mandou: Eu te pus para luz das nações, a fim de que sejas para salvação [chaye] até os confins da terra." (Ma'assei haSh'lichim/Atos 13:47)
"Porque a tristeza segundo Elohim opera arrependimento para a salvação [chaye], da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte." (Curintayah Beit/2 Coríntios 7:10)
Em todas as passagens acima, assim como na maioria dos locais onde o termo salvação aparece, a palavra "vida" é melhor empregada. Isso nos revela o segundo aspecto da salvação: Uma vez que estamos livres do nosso esposo anterior, o pecado (a transgressão à Torá), podemos nos unir matrimonialmente a YHWH mais uma vez. E, ao fazer tal coisa, nos unimos à vida!
"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Elohim é a vida eterna, pelo Mashiach Yeshua nosso Senhor." (Ruhomayah/Romanos 6:23)
A transgressão leva à morte. Yeshua morreu por nós, pagando o preço da nossa transgressão:
"Pois foi necessário [a Ele] desde o início da criação do mundo sofrer muitas vezes; E eis que na consumação dos séculos, Ele apareceu uma vez, para sacrificar a Si mesmo, um sacrifício para a expiação pela iniqüidade." (Ivrim/Hebreus 9:26)
Ao fazer essa expiação, Yeshua nos conduz novamente à vida: ao estado de reunião com Ele que tínhamos antes de pecar. Lembremo-nos de que já vimos que o pecado é a transgressão à Torá. Sha'ul (Paulo) nos adverte para o fato de que a graça recebida de Elohim para que voltássemos a viver não deveria ser pretexto para voltarmos a uma vida de rebeldia contra Ele:
"Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?" (Ruhomayah/Romanos 6:12)
A certeza que temos da nossa salvação em Yeshua significa sabermos que, quando falhamos, temos Alguém que tomou sobre si as nossas transgressões. Todavia, devemos voltar a praticar uma vida de santidade perante a Torá:
"Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Elohim, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna." (Ruhomayah/Romanos 6:22)
Existem nas Escrituras advertências muito sérias contra aqueles que se valem da graça salvífica para dizerem que não mais precisam viver uma vida de obediência aos mandamentos de Elohim:
"E aconteça que, alguém ouvindo as palavras desta maldição, se abençoe no seu coração, dizendo: Terei paz, ainda que ande conforme o parecer do meu coração; para acrescentar à sede a bebedeira. YHWH não lhe quererá perdoar; mas fumegará a ira de YHWH e o seu zelo contra esse homem, e toda a maldição escrita neste livro pousará sobre ele; e YHWH apagará o seu nome de debaixo do céu." (Devarim/Deuteronômio 29:1920)
"Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Yeshua HaMashiach, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se da santa mitsvá [mandamento] que lhes fora dada; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama." (Kefa Beit/2 Pedro 2:2022)
Antes que alguém se apavore com essa perspectiva, convém dizer que a Bíblia deixa claro que está se referindo ao homem que se apresenta de forma rebelde. Não se trata apenas de pecar. Trata-se de pecar deliberadamente por achar que não precisa mais obedecer a Elohim. Em suma, o homem não deve brincar com Elohim. O sacrifício de Yeshua foi demasiado precioso. Elohim pagou um preço altíssimo para nos libertar. Não devemos fazer desse preço uma justificativa para continuarmos a ignorar os seus mandamentos. Se fomos separados do pecado, mas voltamos deliberadamente a
nos unirmos a ele por rebeldia, então não temos a vida, que é o segundo aspecto da salvação de Yeshua.
Yeshuá
Existe um terceiro aspecto da salvação que aparece no Sefer Matitiyahu (Livro de Mateus), quando o anjo de YHWH informa a Yossef (José) o nome do Mashiach:
"Ela dará à luz um filho, e ela o chamará Yeshua; porque ele salvará o seu povo de todos os seus pecados." (Matitiyahu/Mateus 1:22)
Existe aqui um jogo de palavras. O nome "Yeshua" (que significa "livramento".), .....de "yeshuá" é a forma masculina, assim sendo, Yeshua é aquele que nos livra. Mas nos livra de quê?
a) Do pecado, pois o homem escravizou a criação sob o jugo do pecado: "Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Elohim." (Ruhomayah/Romanos 8:21)
b) Da ira vindoura, pois toda ação pecaminosa será julgada:
"Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira." (Ruhomayah/Romanos 5:9)
Assim sendo, existe um duplo aspecto de livramento: somos livrados da escravidão do pecado, e também da ira vindoura, que nada mais é do que a consequência do pecado.
Gueulá
Veremos agora o último aspecto da salvação. A profecia de Yeshayahu (Isaías) nos diz:
"Não temas, tu verme de Ya'akov, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz YHWH, e o teu Redentor [go'el] é o Santo de Israel." (Yeshayahu/Isaías 41:14)
Aqui vemos que o próprio Elohim afirma que Ele seria o Redentor de Israel. O termo aqui traduzido como "Redentor" é o termo hebraico "go'el". O rabino Yehoshua Lorber assim define o termo gueulá:
"'Gueulá' (redenção) significa liberdade... Como definimos liberdade? Quando as pessoas não sabem o que devem fazer na vida, estão confusas. Elas estão escravizadas pela inclinação ao mal que os leva a fazer toda sorte de coisas ruins e serem tristes. Elas se sentem escravizadas pelas pessoas ruins que controlam o mundo. Elas não podem de fato fazerem o que desejam. Em uma redenção completa, todos saberão que o seu trabalho e o propósito da criação é servir a YHWH. Todos se sentirão felizes e servirão a YHWH com alegria."
Fomos criados para servir ao Criador; para louvá-lo e adorá-lo. Porém, ao colocarmos a nossa própria carnalidade acima dEle, tornamo-nos escravos dos propósitos mundanos.
Yeshua veio nos trazer à liberdade. E o que é a liberdade? É conhecermos o nosso verdadeiro propósito. Os propósitos carnais geram infelicidade e frustração, pois nossos desejos carnais jamais serão plenamente satisfeitos. A carne é uma eterna insatisfeita. Assim sendo, quando nos libertamos do seu jugo, então atingimos plena realização no propósito de Elohim!
"Exultai em YHWH toda a terra; exclamai e alegrai-vos de prazer, e cantai louvores." (Tehilim/Salmos 98:4)
Conclusão
Podemos perceber que a salvação não é um ticket para o céu. A salvação é uma realidade bem presente que pode ser sentida diariamente. De fato, a salvação conduz à vida eterna, mas é muito mais do que isso.
Podemos resumir o conceito da salvação em 5 pontos breves. A salvação é:
1) Ser separado da iniquidade do pecado, e liberto de seu jugo.
2) Ser livrado do juízo da ira vindoura.
3) Voltar a viver na presença de Elohim, desde agora e eternamente.
4) Conhecer o seu propósito de vida, que é alegrar-se no serviço a Elohim.
5) Não mais ser subjugado pela própria carnalidade.
Extraído do Manifesto Judaico do Caminho
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
As Asas da Salvação

Malaquias, capítulo 4:
1. Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo.
2. Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.
Deus nos prometeu que nasceria o sol da Justiça, Sua Justiça, sem erros, sem paixões humanas, mas a sã justiça de Deus, para os homens, para que nós a recebêssemos. Jesus nasceu, Deus e Homem, a luz do mundo, o Sol da terra. Veio para reconciliar a criação com o Criador, veio para vencer o pecado e venceu. Veio para ser o nosso exemplo e o é, este homem e Deus, filho Unigênito do Eterno e Altíssimo Deus, cordeiro perfeito, sem mancha e sem pecado, cordeiro de Deus, que veio tirar o pecado do mundo. Malaquis nos diz que o sol da justiça, Jesus, traria a cura nas suas asas, Jesus era um Rabi, por isso usava um traje especial para os Rabis, que se chama Talit. O traje tinha franjas especiais em suas pontas, eram longas e enlaçadas em azul, estas franjas eram conhecidas como as asas da vestimenta do Rabi. Nos evangelhos de Mateus no capítulo 9:20, Marcos no capítulo 5:25 e em Lucas no capítulo 8:43, conhecemos a história da mulher com fluxo de sangue, que havia 10 anos estava com esta enfermidade, que havia gastado todas as suas posses e não encontrava a cura e ela sabia e acreditava, com muita fé, que se tocasse na orla das vestes de Jesus seria curada, ela sabia que se tocasse nas asas das vestes do Rabi encontraria sua cura e tocou e foi curada, pois o Sol da Justiça, Jesus Cristo, trazia a cura nas suas Asas como Malaquias nos profetizou. Esta cura pode ser física ou espiritual, no livro de Atos dos Apóstolos no capítulo 3, vos versos de 6 a 8, Pedro e João estão entrando pela porta formosa do templo e encontram aquele homem que desde o ventre de sua mãe era coxo e ali o colocavam todos os dias para pedir esmolas. Este pediu esmola a Pedro e o mesmo respondeu: “não tenho ouro nem prata, mas o que tenho te dou, em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.” Logo Pedro o ajudou a levantar e estava curado, a Palavra nos diz que ele saiu andando e saltado e louvando a Deus, como na escritura saltando como bezerro na estrabaria. O mesmo se deu com os discípulos de Jesus, que foi visto com vida por 40 dias pelos seus seguidores, que quando da sua ascenssão ao Pai, mandou que os seus discípulos fossem estar reunidos e esperassem que os Espírito de Dues virio e os encheria com Sua Glória e conforme prometido, 10 dias depois o espírito veio sobre eles e foram cheios do Espírito e falavam em linguas e profetizavam e davam Glórias a Deus, saltando também como bezerros ma estrebaria.
O mesmo que sentimos hoje, quando somos tomados pelo Espírito Santo e somos curados, batizados e somos cheios da Glória de Deus, ficamos felizes, louvamos a Deus, falamos em línguas e professamos nossa fé no ressureto Salvador, Jesus Cristo de Nazaré!
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Receba a Salvação pela Graça e viva pela Graça!

Na Epístola de Paulo aos Gálatas, capítulo 1, nos versos de 6 a 12, lemos:
6. Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;
7. O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.
8. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
9. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
10. Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
11. Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
12. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
Nos dias em que vivemos, os dias da igreja de Laodicéia, a igreja morna, como está revelado no livro de Apocalipse, capítulo 3, verso 16: “Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca”. Estamos vendo movimentos que trazem novos evangelhos, não aquele revelado pelo Eterno, mas aquele que busca se adaptar as cuncupiciências da carne, não mais o evangelho que nos anuncia a Salvação pela Graça, dada pelo sacrifício do Cordeiro de Deus, que pagou por todos os pecados havidos e por haver. A Graça que nos é dada de graça pela fé, basta crermos que Jesus se entregou por nós e que pelo Seu Sagrado sangue fomos redimidos com o nosso Altíssimo Pai Celestial. Muitas pessoas podem perguntar, mas e as obras, mas se somos salvos pela fé e recebemos a Cristo Jesus em nossos corações, a evidência disso é a mudança do homem velho em um homem novo, que vive espiritualmente, pelo fruto do Espírito (Gl.5:22 - Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança). Desta forma a vontade de Deus é parte deste novo homem, renascido para uma vida espiritual e no caminho de Jesus, é dizer as obras já não serão obras e sim o desejo de ser parte da obra de Deus, este novo homem não faz nada em busca de recompensa e sim faz tudo por ser grato pelo presente da salvação pelo Sangue de Jesus Cristo.
Porém nossa realidade cotidiana nos mostra homens sem escrúpulos, egoístas, amantes de si e soberbos (2 Tm.3:2 - Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos), estes são os que ensinam segundo suas cuncupiciências, profanando os altares de Deus, em busca de riquezas neste mundo. Precisamos sempre conhecer as escrituras e vivermos como elas nos ensinam (Tg.1:22 - E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos), desta forma estaremos fazendo a vontade do Pai, permitindo a mudança que o Espírito Santo fará em nós. Não há nada que não esteja revelado na Palavra de Deus, ela é a revelação da Graça, do Amor, da misericórdia e da Justiça de Deus. A Palavra de Deus é eterna (1 Pe.1:23 - Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre.)!
Irmãos e irmãs, abram os seus corações, permitam que o Espírito de Deus venha residir nele, creiam na promessa de Deus e mais do que isso, creiam que Deus é o nosso Pai e que Jesus é o nosso Salvador, que o Sangue por Ele derramado nos redime, nos coloca outra vez em contato com o nosso Criador e Senhor e entrega a tua vida para Jesus, sem receios e aprenda a depender de Deus, coloque Ele no controle da tua vida, faça tudo o que Ele te pedir, pois Ele tudo proverá a ti, principalmente a vida eterna no Seu Reino Celestial. Amém!
Por Sulino Waldecy Camargo de Oliveira
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Não poderás servir a dois Senhores!

Mateus 6:24 Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro.
"Ninguém pode servir a dois senhores", disse Jesus. Porque onde estiver o seu tesouro, aí estará também o seu coração. E eu pergunto: Onde está o seu tesouro?
Tesouro é qualquer coisa que a gente deseja mais do que tudo, é a prioridade e razão de viver. Toda pessoa tem ou está em busca de algum tesouro. Pode ser dinheiro, família, relacionamento. Como saber se é um tesouro? Se você achar que não pode viver sem, ou que só vai ser realmente feliz se conseguir aquilo, então é seu tesouro.
Pode ser algo tão banal quanto emagrecer e melhorar de aparência. Já ouviu falar de pessoas que morreram tentando? As pessoas são capazes de qualquer coisa por um tesouro estético. Já ouviu falar de alguém que matou ou morreu pela pessoa amada? Aquele relacionamento era o tesouro, o senhor da vida daquela pessoa.
Avalie os seus tesouros no longo prazo e você vai entender o que Jesus quis dizer. Em cem anos todas as pessoas que você conhece hoje estarão mortas. Na melhor das hipóteses, se você tiver sido alguém de destaque, colocarão um busto seu em alguma praça para sua cabeça virar latrina de pombo.
Quando Jesus usou a expressão "servir a dois senhores" estava falando da relação escravo-senhor, e eu nem preciso lhe dizer como é fácil nos tornarmos escravos do dinheiro, da carreira e do sucesso. Todas essas coisas podem ser boas e lícitas, mas Deus não quer que sejam o centro e a razão de nosso viver. Deus reivindica esse lugar.
A diferença é que, quando é ele quem ocupa esse lugar, já não somos escravos, mas filhos. Todas as outras coisas são conseguidas com esforço. Deus você consegue quando descansa, quando entrega os pontos, quando coloca em sua vida uma daquelas faixas: "Sob nova direção".
Só em Deus você encontra descanso, porque ele fez todo o trabalho. Só em Deus você encontra plenitude, porque... oras, porque ele é Deus! Mas de que Deus estou falando? Do único, do seu criador, daquele que não espera que você faça algo para se salvar, mas que providenciou tudo para você poder chamá-lo de Pai. O Deus que enviou o seu Filho ao mundo para morrer para sua salvação e ressuscitar para sua justificação.
Eu não disse que alguém é capaz até de morrer por um tesouro? Por qual tesouro você acha que Jesus deixou o céu para vir a este mundo morrer? Você. E você, qual é o seu tesouro?
Por Mario Persona - www.3minutos.net
Oração do Pai Nosso

Orar é se reconhecer fraco, incapaz e dependente de Deus. Nada disso agrada o ser humano que desde criança é ensinado a ser independente e, quando cresce, consome livros de auto-ajuda. Portanto, a oração é a negação da auto-suficiência.
Jesus ensina que orar não é ficar repetindo palavras como fazem os pagãos. Não é entoar sons hipnóticos como os mantras tibetanos ou usar de palavras mágicas ou fórmulas secretas para liberar algum tipo de energia cósmica. A oração não é Shazam ou o Abracadabra do cristão. Orar é comungar com Deus nossas necessidades, sentar-se ao lado dele e conversar sobre elas.
Mas por que orar se Deus sabe de antemão o que precisamos ou vamos pedir? Porque Ele quer enxergar dependência em nós e porque gosta quando conversamos com Ele. Orar é fazer o caminho inverso do homem no Éden, que quis ser independente de Deus, auto-suficiente e dono de seu próprio nariz. A oração nos põe de volta em nosso devido lugar.
Antes de ensinar a oração conhecida como "Pai Nosso" Jesus condenou a mera repetição de palavras, portanto o "Pai Nosso" não é uma oração para ser repetida. Trata-se de um modelo de como devemos orar. Não é "o que", mas "o como".
Primeiro vem o reconhecimento da posição que Deus ocupa, no céu, acima de nós, e de sua santidade, que significa separação do mal. Equivale reconhecer que os nossos interesses particulares podem não ser os interesses de Deus, que vê o cenário todo de cima e sabe o que é melhor para nós.
Daí o "venha a nós o teu reino" e não o contrário. Os interesses do céu devem prevalecer sobre os da terra. É só após reconhecermos o que Deus é, e que ele tem a primazia, que vêm os pedidos, que são basicamente para o suprimento das necessidades físicas e de proteção, intercalados com um pedido de perdão.
Esse perdão não é o perdão judicial de nossos pecados, que recebemos por graça e pela fé em Jesus. Aqui é um perdão parental, relativo. É a condição momentânea para recebermos o que pedimos. É como se meu pai dissesse: "Marinho, você não vai ganhar a bicicleta enquanto não fizer as pazes com sua irmãzinha".
Mas como perdoar? Com o perdão de quem já foi perdoado. Aí sim, o perdão judicial, absoluto. Para entender melhor isso, veja como o apóstolo Paulo coloca o perdão em sua carta aos colossenses: "Assim como Cristo perdoou vocês, perdoem também os outros". D ponto de vista judicial, só consigo perdoar porque fui perdoado.
Você já foi perdoado de todos os seus pecados? Esse perdão pleno e absoluto você só obtém porque Jesus pagou o preço em seu lugar morrendo na cruz e ressuscitando. Deus quer perdoar. Esta é a primeira oração que você deve fazer.
Por Mario Persona - www.3minutos.net
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O QUE É PREGAÇÃO

2 Ti.4:1 – Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no Seu Reino, 2 – que pregues a palavra, instes (argumente) a tempo e fora de tempo, redarguas (corrigir), repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. 3 – Porque virá o tempo em que não sofrerão a Sã doutrina, mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias cuncupisciências; 4 – e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
Pregar a Santa Palavra de Deus é uma Exultação Expositória do que Deus quer falar conosco. Explicar exultando o sentido da Palavra de Deus que é infalível, Inspirada e Profética em todos os 66 livros que formam a Bíblia Sagrada. O pregador deve minimizar totalmente suas próprias opiniões sobre a Palavra de Deus e exaltar e explanar o sentido revelado a ele pelo Espírito Santo da Palavra de Deus, sentido que vai inspirar e mudar as vidas das pessoas que aceitam Jesus Cristo em suas vidas. Pregar a palavra de Deus é trazer aos irmãos o Alimento Espiritual que Jesus nos ensina em Mt.4:4, que nos alimentaremos de toda Palavra que sair da boca de Deus, assim como em Jo.4:10, onde Jesus nos revela que Ele é a Água Viva e que aquele que beber desta água jamais sentirá sede, pois esta água se fará fonte dentro dele para a vida eterna (Jo.4:14).
A Palavra de Deus é o que nos mostra o caminho Espiritual e como sairmos do caminho da carne, do caminho natural, que nos levam a morte, enquanto a Palavra nos leva a vida eterna. A Palavra de Deus é libertação, nossa salvação e a nossa vida eterna. A Palavra é Jesus, nosso caminho, nossa verdade e nossa vida, somente com Jesus chegaremos diante do Pai Celestial (Jo.14:6).
O pregador da Palavra de Deus, além de ensinar, deve exultar a mesma fazendo de sua pregação a sua Adoração a Deus e através desta inspiração e ensinamento levar com que os irmãos que escutam esta Palavra adorem a este nosso Deus maravilhoso, repleto de Amor e Misericórdia para com Seus filhos. Durante a pregação o evangelista adora a Deus dando a Ele o que tem de melhor, com compromisso, amor e temor, estando preparado e consagrado a Deus, vivendo aquilo que prega, pois somente desta forma a igreja que o ouve sentirá o mover do Espirito Santo, pois a pregação não é do pregador, mas sim do Espírito Santo de Deus, que sabe o que os irmãos precisam receber, só Ele sabe do clamor daqueles que vieram à igreja naquele momento, só Ele sabe que alimento salvará o filhos que sofrem, gemem e clamam pela sua cura Espiritual e física.
A Glória da verdade da Palavra de Deus é o que deve ser pregado, as promessas de Deus para os filhos que lhe obedecem e o aceitam como único e suficiente em suas vidas, a Glória da Graça de Deus que nos dá a Salvação, pelo sangue do Cordeiro de Deus, a Glória de Deus que entra nos corações sofridos e empedrados dos irmãos que buscam ao Senhor como sua última súplica por uma vida melhor e na presença de Sua Majestade Eterna e Divina.
O bom servo, que prega a Palavra de Deus, a prega de acordo com a vontade de Deus, sabendo que é uma parte do corpo da igreja de Jesus, traz a Palavra para inspirar e motivar aos irmãos na busca de sua salvação, a pregação tem como alvo os corações que precisam ser modificados pela ação do Espírito Santo nas vidas de cada um. A Palavra pregada deseja que cada um aprenda a Amar, Adorar e a Temer a Deus, fazer que cada um de nós venhamos a Amar ao nosso próximo como a nós mesmos! Que Deus te abençoe!
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